PRIMEIRA PARTE DA HISTORIA QUE ESTOU FAZENDO:
PS: ESPERO QUE GOSTEM.
Diário de um apocalipse.
BLOG DIARIO: O COMEÇO DO FIM.
12, de novembro de 2012.
Levanto – me da cama e vou direto para o armário grande de
casal, estendo a minha mão para pegar a primeira blusa que achar, pego uma
camiseta larga e verde com a palavra Love imprensada, coloco por cima do short,
jeans surrado de que tanto gosto. Coloco o meu tênis preto meio velho, e coloco
a minha arma acinzentada, pego uma caixa de balas e coloco no compartimento. E
apanho a insigne de detetive perita criminal, e me direciono a escada, andando
devagar, e passo pela sala e pego na mesinha pequena do sofá o meu MP3, e
coloco a musica da minha banda favorita, ponho o headphone, Sam passa por mim e
me dá um beijo na testa, com o sorriso que ilumina o ambiente.
- oi Tess. – disse Sam com um grande sorriso no rosto. –
dormiu bem?
- oi amor, dormi muito bem obrigada. – respondi a sua
pergunta com uma cara de sono, e um sorriso falhado. – hoje você vai trabalhar?
- não, hoje seus sobrinhos vão nos visitar. – respondeu Sam
a minha pergunta.
Direcionei – me a geladeira pegando o leite, e colocando no
balcão, e indo até o armário, para pegar o copo e o chocolate em pó.
- o que vamos fazer hoje? – perguntei ao Sam que estava me
abrasando pela cintura.
- podemos alugar filmes e assistir em casa. – sugeriu Sam enterrando
o rosto no meu cabelo bagunçado.
- é uma boa ideia. – respondi beijando – o.
Sam afastou os braços de mim e foi até a sala ligar a TV,
colocou no jornal local e ficou assistindo: - “policiais tentam prender um meliante que estava agredindo turistas na
rua colorado, e um deles é atacado a mordidas, o policial chegou ater parada
cardíaca, mas voltou à consciência com agressividade e agora está passando por
testes para ser descoberta a doença, o agressor escapou e esta sendo procurado
para experiências.” – disse o jornalista.
Fiquei abismada
com o que ouvira na televisão, que quando o telefone tocou deixei o copo de
vidro cair da minha mão, e Sam foi até a cozinha ver se estava bem.
- você está bem, meu amor? – perguntou assustado.
- estou só deixei o copo cair. – respondi desajeitada com
minha falta de atenção.
E Sam atendeu to telefone que não parava de tocar.
- Alô? – perguntou Sam no telefone. – ola Dylan, como você
está?
- claro, eu e a Tess vamos buscar vocês no aeroporto. –
disse Sam eufórico. – já estamos indo. - E desligou o telefone.
Dylan e sua irmã Clarisse, filhos da minha irmã Sharon,
combinamos que viriam nos visitar. Fui até a garagem, e peguei o volvo preto e
estacionei na frente da nossa casa, e esperei o Sam fechara porta.
Quando chegamos ao aeroporto, Clarisse e Dylan estavam
parados na frente da porta. Eu sabia que era os dois depois de tanto tempo sem
velos, por que reconhecia a garotinha pequena de cabelos escuros e óculos
grandes coloridos, cheia de sardas no rosto que a fazia se parecer muito com a
mãe. E reconhecia o garotão que se parecia muito comigo com os cabelos marrons
acastanhados, e os olhos cor de mel, me orgulho de meus sobrinhos.
Eles entraram no carro e colocaram o cinto. Clarisse deu um
beijo na minha bochecha e na do Sam.
- oi tia Tess, ola tio Sam. – falou Clarisse com um sorriso
no rosto.
- ola crianças. – cumprimentei os dois.
- ola Dylan. – disse Sam sorrindo. – como você está?
- bem. – respondeu Dylan desanimado.
Estava passando pela rodovia e parei no sinal vermelho, eu
vi uma grande luz cortar o céu, eu o estava olhando para ele, e nem percebi que
já estava verde Sam me avisou e voltei a dirigir.
Chegamos a casa, todos desceram e entraram. Estacionei o
carro na garagem e sai, entrei pela porta que tinha lá que dava para a cozinha.
E observei Dylan sentado no sofá com uma cara de tédio, em quanto Sam e
Clarisse estavam fazendo biscoitos, resolvi sentar ao lado do menino.
- Então... Quer jogar vídeo game? – perguntei constrangida
pelo tédio do garoto.
- não, obrigado tia. – disse o menino com certo desânimo. –
eu estou bem.
Fui até a cozinha ajudar Sam e Clarisse, enquanto eu batia a
massa o meu celular tocou, fui corendo atender, abri a bolsa, o encontrei olhei
na tela e era o general Carlos, e então atendi.
- alo. – disse ao telefone.
- ola comandante Manchester, como você está? – perguntou o
general tranquilamente.
- muito bem, e o senhor esta bem? – perguntei preocupada
pela ligação.
- claro estou bem, só liguei para saber se está tudo bem com
meus soldados. – disse o general Carlos. – bom já que está tudo bem fique com
deus.
- o senhor também general Carlos. – respondi tranquilizada.
Desliguei o telefone e fui à cozinha para colocar a massa no
forno, e Clarisse foi para o quarto brincar com as bonecas que eu tinha
guardado dês de criança, E enquanto os biscoitos estavam assando, eu e o Sam
lavávamos a louça.
- porque o general Carlos ligou? – perguntou Sam confuso.
- ligou apenas para saber se estávamos bem. – respondi
beijando – o na testa.
De repente Dylan levantou a cabeça que estava afundada no
sofá e ficou me observando, curioso para saber do que estávamos conversando.
- tia Tess, você trabalha para policia? – perguntou com um
ar de duvida e admiração.
- sou comandante dos investigadores criminais da cidade de
colorado. – respondi a pergunta dele com um sorriso no rosto.
E depois se afogou no sofá de novo, com um rosto de quem
ficou completamente surpreendido. Já erra 10:16 da noite coloquei Clarisse para
dormir, que pelo acaso já estava dormindo nos meus braços,coloque - ia na cama
do quarto de hóspede, quando passei pelo quarto do Dylan ele já estava dormindo
e para não o acordar fechei a porta, e fui para meu quarto e me direcionei ao
armário, o Sam estava me esperando na cama para irmos dormir. Ele estava lendo
um livro da serie do Sherlock Holmes com tanta precisão que não me viu entrar,
fui até o armário e peguei o meu pijama de shorts de ursinho que me faziam
ficar parecendo uma criança, e troquei de roupa, e fui me deitar ao lado dele,
dei um beijo nele e peguei o meu exemplar livro do “morro dos ventos uivantes”,
lemos um pouco e fomos dormir.
13 de novembro de 2012.
Acordei e Sam já avia ido trabalhar, levantei – me da cama e
fui ao armário pegar minha roupa de trabalho, coloquei a minha arma na cintura
a minha insigne no pescoço sobre a camisa que dizia “investigador criminal”, e
fui para sala onde Clarisse e Dylan assistia TV.
- bom dia crianças. – falei com um sorriso no rosto. - já
tomaram café? – perguntei aos dois, mas a única que olhou para mim foi
Clarisse.
- Tomamos sim tia Tess. – respondeu ela sorridente. – e
alias bom dia também.
Fui até a cozinha e peguei um pedaço de bolo de chocolate,
que estava sobre o balcão numa redoma de plástico, fui para a geladeira e
peguei o leite. A campainha tocou, e era a babá que eu encomendara antes deles
chegarem.
- essa é a babá Cristina crianças. – falei para os dois.
A babá era uma mulher do meu tamanho ela tinha 25 anos, um
pouco mais velha do que eu, era uma mulher de cabelos loiros escuros e olhos
azuis com óculos quadrados e avermelhados, e era bem gordinha, mas muito
simpática.
- olá crianças. – falou Cristina com um grande sorriso.
- olá Cristina, meu nome é Clarisse e aquele é o meu irmão
Dylan. – disse Clarisse superanimada.
Dylan deu uma olhada e se afogou no sofá. A babá entrou
colocou o casaco no armário dos casacos e foi com Clarisse para cozinha para
preparar o almoço.
- legal, estou indo se precisarem de mim é só ligar para o
meu celular, o numero está marcado na geladeira. – disse com tanta pressa que
acabei não ouvindo o adeus deles.
Quando cheguei ao trabalho estava uma gritaria, avia um
homem sentado na cadeira todo ensanguentado e gritando como louco preso com
duas algemas nos braços. Nick chegou me puxado pelo braço para a sala de
reuniões, lá estava general Carlos, Daniel o Legista e o Noal que é Técnico de
Laboratório.
- bom dia a todos. – disse tremendo igual vara verde.
- comandante Manchester – disse o general Carlos tão pálido
que parecia ter visto um fantasma. – está vendo aquele homem sentado na cadeira
gritando?
- estou sim general, ele é muito perigoso?
- é bastante agressivo quero que vocês façam investigações
dele, nos vamos amordaça-lo e deixa-lo totalmente preso, quero que tomem muito
cuidado.
- nos cuidaremos de tudo. – disse a ele.
- espero mesmo comandante Manchester esse caso está em suas
mãos. – disse o general severo. – e vocês não falaram a ninguém sobre esse
caso, está bem?
- claro general. – disse com um sorriso torto pelo medo.
Depois de alguns minutos o homem da cadeira estava
totalmente preso a uma roupa especial. O colocaram na sala de interrogatório e
eu fui para lá com meu parceiro Nick. Quando chegamos o homem estava gritando
como louco, eu entrei e me sentei na cadeira.
- Seu nome é Ryan Palmer? – disse com a voz calma, mas
severa e ele não respondeu. – seu nome é Ryan Palmer? – disse gritando e
batendo na mesa, mas ele só berrava.
Avia perguntado muitas vezes, mas ele só gritava. Já estava
ficando com raiva então fiz outra pergunta.
- você atacou aquele policial? – perguntei a ele muitas
vezes e já estava sem paciência - foi você que machucou aquelas pessoas no
colorado? se o senhor não responder será
levado preso por assassinato e agressão – perguntei de novo ele não respondeu,
então foi levado para a solitária onde ficou gritando sem parar, e nunca ficava
rouco.
Fui para minha sala e fiquei pensando no que estava
acontecendo porque tudo aquilo estava acontecendo e porque o meliante não
respondia minhas perguntas. Cheguei a muitas conclusões, mas nenhuma fazia
sentido.
Quando estava indo a o carro para ir pra casa, vi homens
vestidos com macacões antirradiação levando o investigado Ryan para uma mini
van branco, e fiquei intrigada, o que poderia ser tudo aquilo, e por que estava
acontecendo aquilo?
Quando cheguei a casa Sam já avia voltado, estava me
esperando na porta. Eu entrei retirei o meu casaco e me direcionei na escada e
fui para o meu quarto para trocar de roupa, fui para o armário e peguei minha
camiseta azul com um logotipo bem louco de coração com asas, e fui para baixo onde
todos estavam sentados no sofá assistindo um filme de terror “o chamado”.
Sentei - me ao lado do Sam e me aconcheguei em seu peito, e
ele afagou meu cabelo. Clarisse parecia assustada, mas o filme não dava medo, -
bom pelo menos para mim – já estava na parte onde o Noah é morto pela Samara, e
então depois de um tempo o filme acabou, então as crianças foram para seus
quartos Sam colocou o a TV no jornal, e estava passando o caso que eu avia pegado
no trabalho, o jornalista disse:
- “a pericia da cidade de colorado está investigando o caso
do assassino Ryan Palmer, que é acusado de matar um policial a mordidas”. O
caso pode ser grave, pois o centro de investigação radioativa foi buscar o
individuo,...
No mesmo momento a campainha tocou eu abri, avia muitos
jornalistas na porta. Uma mulher que estava a minha frente fazia muitas
perguntas:
- comandante Manchester? –perguntou eufórica e empurrando os
outros jornalistas, era uma mulher baixa bem magra usava um terno feminino
vermelho e gritava como louca.
- ela mesma. – respondi desajeitada e meio sega por tantos
fleches das câmeras.
- o que você acha que pode ser todos esses ataques que está
acontecendo no colorado? – perguntou a moça muito ofegante e gritando por causa
d barulheira de jornalistas perguntando.
- lamento a vocês mais não poderei falar sobre isso. – e eu
feche a porta pedindo licença.
Quando fechei a porta me sentei do lado do Sam, e ele me
olhou, eu estava vermelha de raiva.
- quem era na porta? – disse afundando no sofá tentando
mentir o porquê de não ter ido à porta para me ajudar.
Para responder dei uma tapa em seu peito, e ele disse
desculpa bem baixo enquanto passava a mão no vermelho que deixei em seu peito,
quando parou de doer ele me abraçou com os dois braços e me fez meu corpo
recostar sobre seu peito.
- bobão. – eu disse olhando para ele.
- mais ainda sou o seu bobão favorito? – disse ele com um
sorriso enorme no rosto.
- sempre. – disse com um sorriso respondendo o dele.
Clarisse estava vindo em direção ao sofá e sentou do meu
lado e eu a abracei.
14 de setembro de 2012.
Eu estava andando pela rua para investigar o caso de uma
mulher que estava desaparecida, quando fui atacada por um individuo, que
gritava e pedia socorro, e atrás dele vinha uma mulher totalmente ensanguentada
com, varias mordidas. Apontei minha arma para ela e pedi para ela parar, ela
corria e gritava, até que ela pulou encima do homem que estava ao meu lado, por
intuito atirei na cabeça. Eu fiquei totalmente perdida e o Nick estava ao meu
lado tentando me consolar. Depois de um tempo a guarda militar chegou, avia um
guarda, alto, magro e que me parecia muito inteligente, que me fazia muitas
perguntas:
- o que aconteceu comandante Manchester? – perguntou o
sujeito.
- estava procurando pistas do desaparecimento da menina
Diana, quando um sujeito correu em minha direção pedindo ajuda. Eu fiquei
desesperada ela não parou e atacou o homem que estava ao meu lado, e
automaticamente eu atirei. – eu disse apavorada e ofegante, minhas mãos estavam
tremendas muito e eu não conseguia me manter de pé.
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