sábado, 27 de abril de 2013

lullaby for you

I know you feel alone,
but I will never have gone.
on the battlefield,
I will always be here.
I'll never go, I'll never go.

when blind
and is behind,
I'll never go, I'll never go.
I with you forever,
if someone never love you
well, I'm here.

When blind
and is behind,
Hear my lullaby for you,
Hear my lullaby for you. [2x]

I know you feel alone,
but I will never have gone.
on the battlefield,
I will always be here.
I'll never go, I'll never go.

sexta-feira, 19 de abril de 2013


                                     PRIMEIRA PARTE DA HISTORIA QUE ESTOU FAZENDO:
PS: ESPERO QUE GOSTEM.




Diário de um apocalipse.

 BLOG DIARIO: O COMEÇO DO FIM.

12, de novembro de 2012.
Levanto – me da cama e vou direto para o armário grande de casal, estendo a minha mão para pegar a primeira blusa que achar, pego uma camiseta larga e verde com a palavra Love imprensada, coloco por cima do short, jeans surrado de que tanto gosto. Coloco o meu tênis preto meio velho, e coloco a minha arma acinzentada, pego uma caixa de balas e coloco no compartimento. E apanho a insigne de detetive perita criminal, e me direciono a escada, andando devagar, e passo pela sala e pego na mesinha pequena do sofá o meu MP3, e coloco a musica da minha banda favorita, ponho o headphone, Sam passa por mim e me dá um beijo na testa, com o sorriso que ilumina o ambiente.
- oi Tess. – disse Sam com um grande sorriso no rosto. – dormiu bem?
- oi amor, dormi muito bem obrigada. – respondi a sua pergunta com uma cara de sono, e um sorriso falhado. – hoje você vai trabalhar?
- não, hoje seus sobrinhos vão nos visitar. – respondeu Sam a minha pergunta.
Direcionei – me a geladeira pegando o leite, e colocando no balcão, e indo até o armário, para pegar o copo e o chocolate em pó.
- o que vamos fazer hoje? – perguntei ao Sam que estava me abrasando pela cintura.
- podemos alugar filmes e assistir em casa. – sugeriu Sam enterrando o rosto no meu cabelo bagunçado.
- é uma boa ideia. – respondi beijando – o.
Sam afastou os braços de mim e foi até a sala ligar a TV, colocou no jornal local e ficou assistindo: - “policiais tentam prender um meliante que estava agredindo turistas na rua colorado, e um deles é atacado a mordidas, o policial chegou ater parada cardíaca, mas voltou à consciência com agressividade e agora está passando por testes para ser descoberta a doença, o agressor escapou e esta sendo procurado para experiências.” – disse o jornalista.
Fiquei abismada com o que ouvira na televisão, que quando o telefone tocou deixei o copo de vidro cair da minha mão, e Sam foi até a cozinha ver se estava bem.
- você está bem, meu amor? – perguntou assustado.
- estou só deixei o copo cair. – respondi desajeitada com minha falta de atenção.
E Sam atendeu to telefone que não parava de tocar.
- Alô? – perguntou Sam no telefone. – ola Dylan, como você está?
- claro, eu e a Tess vamos buscar vocês no aeroporto. – disse Sam eufórico. – já estamos indo. - E desligou o telefone.
Dylan e sua irmã Clarisse, filhos da minha irmã Sharon, combinamos que viriam nos visitar. Fui até a garagem, e peguei o volvo preto e estacionei na frente da nossa casa, e esperei o Sam fechara porta.
Quando chegamos ao aeroporto, Clarisse e Dylan estavam parados na frente da porta. Eu sabia que era os dois depois de tanto tempo sem velos, por que reconhecia a garotinha pequena de cabelos escuros e óculos grandes coloridos, cheia de sardas no rosto que a fazia se parecer muito com a mãe. E reconhecia o garotão que se parecia muito comigo com os cabelos marrons acastanhados, e os olhos cor de mel, me orgulho de meus sobrinhos.
Eles entraram no carro e colocaram o cinto. Clarisse deu um beijo na minha bochecha e na do Sam.
- oi tia Tess, ola tio Sam. – falou Clarisse com um sorriso no rosto.
- ola crianças. – cumprimentei os dois.
- ola Dylan. – disse Sam sorrindo. – como você está?
- bem. – respondeu Dylan desanimado.
Estava passando pela rodovia e parei no sinal vermelho, eu vi uma grande luz cortar o céu, eu o estava olhando para ele, e nem percebi que já estava verde Sam me avisou e voltei a dirigir.
Chegamos a casa, todos desceram e entraram. Estacionei o carro na garagem e sai, entrei pela porta que tinha lá que dava para a cozinha. E observei Dylan sentado no sofá com uma cara de tédio, em quanto Sam e Clarisse estavam fazendo biscoitos, resolvi sentar ao lado do menino.
- Então... Quer jogar vídeo game? – perguntei constrangida pelo tédio do garoto.
- não, obrigado tia. – disse o menino com certo desânimo. – eu estou bem.
Fui até a cozinha ajudar Sam e Clarisse, enquanto eu batia a massa o meu celular tocou, fui corendo atender, abri a bolsa, o encontrei olhei na tela e era o general Carlos, e então atendi.
- alo. – disse ao telefone.
- ola comandante Manchester, como você está? – perguntou o general tranquilamente.
- muito bem, e o senhor esta bem? – perguntei preocupada pela ligação.
- claro estou bem, só liguei para saber se está tudo bem com meus soldados. – disse o general Carlos. – bom já que está tudo bem fique com deus.
- o senhor também general Carlos. – respondi tranquilizada.
Desliguei o telefone e fui à cozinha para colocar a massa no forno, e Clarisse foi para o quarto brincar com as bonecas que eu tinha guardado dês de criança, E enquanto os biscoitos estavam assando, eu e o Sam lavávamos a louça.
- porque o general Carlos ligou? – perguntou Sam confuso.
- ligou apenas para saber se estávamos bem. – respondi beijando – o na testa.
De repente Dylan levantou a cabeça que estava afundada no sofá e ficou me observando, curioso para saber do que estávamos conversando.
- tia Tess, você trabalha para policia? – perguntou com um ar de duvida e admiração.
- sou comandante dos investigadores criminais da cidade de colorado. – respondi a pergunta dele com um sorriso no rosto.
E depois se afogou no sofá de novo, com um rosto de quem ficou completamente surpreendido. Já erra 10:16 da noite coloquei Clarisse para dormir, que pelo acaso já estava dormindo nos meus braços,coloque - ia na cama do quarto de hóspede, quando passei pelo quarto do Dylan ele já estava dormindo e para não o acordar fechei a porta, e fui para meu quarto e me direcionei ao armário, o Sam estava me esperando na cama para irmos dormir. Ele estava lendo um livro da serie do Sherlock Holmes com tanta precisão que não me viu entrar, fui até o armário e peguei o meu pijama de shorts de ursinho que me faziam ficar parecendo uma criança, e troquei de roupa, e fui me deitar ao lado dele, dei um beijo nele e peguei o meu exemplar livro do “morro dos ventos uivantes”, lemos um pouco e fomos dormir.


13 de novembro de 2012.
Acordei e Sam já avia ido trabalhar, levantei – me da cama e fui ao armário pegar minha roupa de trabalho, coloquei a minha arma na cintura a minha insigne no pescoço sobre a camisa que dizia “investigador criminal”, e fui para sala onde Clarisse e Dylan assistia TV.
- bom dia crianças. – falei com um sorriso no rosto. - já tomaram café? – perguntei aos dois, mas a única que olhou para mim foi Clarisse.
- Tomamos sim tia Tess. – respondeu ela sorridente. – e alias bom dia também.
Fui até a cozinha e peguei um pedaço de bolo de chocolate, que estava sobre o balcão numa redoma de plástico, fui para a geladeira e peguei o leite. A campainha tocou, e era a babá que eu encomendara antes deles chegarem.
- essa é a babá Cristina crianças. – falei para os dois.
A babá era uma mulher do meu tamanho ela tinha 25 anos, um pouco mais velha do que eu, era uma mulher de cabelos loiros escuros e olhos azuis com óculos quadrados e avermelhados, e era bem gordinha, mas muito simpática.
- olá crianças. – falou Cristina com um grande sorriso.
- olá Cristina, meu nome é Clarisse e aquele é o meu irmão Dylan. – disse Clarisse superanimada.
Dylan deu uma olhada e se afogou no sofá. A babá entrou colocou o casaco no armário dos casacos e foi com Clarisse para cozinha para preparar o almoço.
- legal, estou indo se precisarem de mim é só ligar para o meu celular, o numero está marcado na geladeira. – disse com tanta pressa que acabei não ouvindo o adeus deles.
Quando cheguei ao trabalho estava uma gritaria, avia um homem sentado na cadeira todo ensanguentado e gritando como louco preso com duas algemas nos braços. Nick chegou me puxado pelo braço para a sala de reuniões, lá estava general Carlos, Daniel o Legista e o Noal que é Técnico de Laboratório.
- bom dia a todos. – disse tremendo igual vara verde.
- comandante Manchester – disse o general Carlos tão pálido que parecia ter visto um fantasma. – está vendo aquele homem sentado na cadeira gritando?
- estou sim general, ele é muito perigoso?
- é bastante agressivo quero que vocês façam investigações dele, nos vamos amordaça-lo e deixa-lo totalmente preso, quero que tomem muito cuidado.
- nos cuidaremos de tudo. – disse a ele.
- espero mesmo comandante Manchester esse caso está em suas mãos. – disse o general severo. – e vocês não falaram a ninguém sobre esse caso, está bem?
- claro general. – disse com um sorriso torto pelo medo.
Depois de alguns minutos o homem da cadeira estava totalmente preso a uma roupa especial. O colocaram na sala de interrogatório e eu fui para lá com meu parceiro Nick. Quando chegamos o homem estava gritando como louco, eu entrei e me sentei na cadeira.
- Seu nome é Ryan Palmer? – disse com a voz calma, mas severa e ele não respondeu. – seu nome é Ryan Palmer? – disse gritando e batendo na mesa, mas ele só berrava.
Avia perguntado muitas vezes, mas ele só gritava. Já estava ficando com raiva então fiz outra pergunta.
- você atacou aquele policial? – perguntei a ele muitas vezes e já estava sem paciência - foi você que machucou aquelas pessoas no colorado?  se o senhor não responder será levado preso por assassinato e agressão – perguntei de novo ele não respondeu, então foi levado para a solitária onde ficou gritando sem parar, e nunca ficava rouco.
Fui para minha sala e fiquei pensando no que estava acontecendo porque tudo aquilo estava acontecendo e porque o meliante não respondia minhas perguntas. Cheguei a muitas conclusões, mas nenhuma fazia sentido.
Quando estava indo a o carro para ir pra casa, vi homens vestidos com macacões antirradiação levando o investigado Ryan para uma mini van branco, e fiquei intrigada, o que poderia ser tudo aquilo, e por que estava acontecendo aquilo?
Quando cheguei a casa Sam já avia voltado, estava me esperando na porta. Eu entrei retirei o meu casaco e me direcionei na escada e fui para o meu quarto para trocar de roupa, fui para o armário e peguei minha camiseta azul com um logotipo bem louco de coração com asas, e fui para baixo onde todos estavam sentados no sofá assistindo um filme de terror “o chamado”.
Sentei - me ao lado do Sam e me aconcheguei em seu peito, e ele afagou meu cabelo. Clarisse parecia assustada, mas o filme não dava medo, - bom pelo menos para mim – já estava na parte onde o Noah é morto pela Samara, e então depois de um tempo o filme acabou, então as crianças foram para seus quartos Sam colocou o a TV no jornal, e estava passando o caso que eu avia pegado no trabalho, o jornalista disse:
- “a pericia da cidade de colorado está investigando o caso do assassino Ryan Palmer, que é acusado de matar um policial a mordidas”. O caso pode ser grave, pois o centro de investigação radioativa foi buscar o individuo,...
No mesmo momento a campainha tocou eu abri, avia muitos jornalistas na porta. Uma mulher que estava a minha frente fazia muitas perguntas:
- comandante Manchester? –perguntou eufórica e empurrando os outros jornalistas, era uma mulher baixa bem magra usava um terno feminino vermelho e gritava como louca.
- ela mesma. – respondi desajeitada e meio sega por tantos fleches das câmeras.
- o que você acha que pode ser todos esses ataques que está acontecendo no colorado? – perguntou a moça muito ofegante e gritando por causa d barulheira de jornalistas perguntando.
- lamento a vocês mais não poderei falar sobre isso. – e eu feche a porta pedindo licença.
Quando fechei a porta me sentei do lado do Sam, e ele me olhou, eu estava vermelha de raiva.
- quem era na porta? – disse afundando no sofá tentando mentir o porquê de não ter ido à porta para me ajudar.
Para responder dei uma tapa em seu peito, e ele disse desculpa bem baixo enquanto passava a mão no vermelho que deixei em seu peito, quando parou de doer ele me abraçou com os dois braços e me fez meu corpo recostar sobre seu peito.
- bobão. – eu disse olhando para ele.
- mais ainda sou o seu bobão favorito? – disse ele com um sorriso enorme no rosto.
- sempre. – disse com um sorriso respondendo o dele.
Clarisse estava vindo em direção ao sofá e sentou do meu lado e eu a abracei.



14 de setembro de 2012.
Eu estava andando pela rua para investigar o caso de uma mulher que estava desaparecida, quando fui atacada por um individuo, que gritava e pedia socorro, e atrás dele vinha uma mulher totalmente ensanguentada com, varias mordidas. Apontei minha arma para ela e pedi para ela parar, ela corria e gritava, até que ela pulou encima do homem que estava ao meu lado, por intuito atirei na cabeça. Eu fiquei totalmente perdida e o Nick estava ao meu lado tentando me consolar. Depois de um tempo a guarda militar chegou, avia um guarda, alto, magro e que me parecia muito inteligente, que me fazia muitas perguntas:
- o que aconteceu comandante Manchester? – perguntou o sujeito.
- estava procurando pistas do desaparecimento da menina Diana, quando um sujeito correu em minha direção pedindo ajuda. Eu fiquei desesperada ela não parou e atacou o homem que estava ao meu lado, e automaticamente eu atirei. – eu disse apavorada e ofegante, minhas mãos estavam tremendas muito e eu não conseguia me manter de pé.